A densidade do silêncio no movimento perpétuo
Deambulando pelo céu, eu, na atividade que agora designo por asterismo terapêutico. Não é uma dieta e funciona, por vezes, como uma bandeira vermelha, numa praia deserta e ventosa, por outro, como o experimentar de teorias que poderiam descer do seu aspeto metafísico e se tornarem materiais. O perigo e a paz são iguais noutros exercícios, sejam eles quais forem, à conta da manifestação. Do assim em cima, como embaixo. Assim fora, como dentro. A magia da vida a acontecer sem controlo remoto na nossa mão, nós que julgamos possuir o absoluto e o etéreo na materialidade em que vivemos nesta dimensão. A vida não avisa a quem vai e nem a quem chega, surpreende a todos. A gravidez, a fertilidade surpreende-nos a todos, porque se revela para além do nosso poder físico. A lua cheia culmina em algum ponto na tela da nossa vida. Libra é a minha casa quatro. Fundações, famíia, laços, sejam karmicos ou estruturas que mantiveram edifícios, sejam crenças, alianças ou objetivos concretos e físic...


