Notas de rodapé sobre a bromidrose plantar
O mundo anda enganado. A massa do povo anda enganado. Longe vai o tempo dos pastorinhos. E não somos inocentes. Somos inocentes quando dormimos.
Porque inocentes são as crianças. E as plantas do jardim! Não as deixem crescer na mentira!
A analogia sobre a nossa feiura vai romantizada. Nasce em nós uma espécie de serviço público desinformativo, cujos efeitos vão surtindo consequências longe da paz necessária. Hélices enormes de moinhos que produzem ventos daninhos e se misturam com as tempestades cheias de nomes humanos, mas só o nome, só o nome é de gente. E gente não é certamente. Falta-me Don Quixote a confirmar a coisa. As redes sociais empolam as mentiras e guardam as feridas e as verdades dolorosas que cheiram mal, ao contrário das rosas artificiais. Dá-nos para isto, para espalhar aos 4 ventos que somos gente, só porque temos boca e sabemos escrever e falar! Aos papagaios só lhes falta aprender a escrever! Lá chegarão.
Os Estados Unidos continuam acreditados serem os super polícias do mundo e iniciam guerras como quem vai ao barbeiro aparar o bigode. Espanha é nobre. É corajosa. É nossa vizinha. E tem uns tomates como merecíamos nós, Pátria, ter. Nós temos as Lages e uma data de "tias" fedorentas nos big brothers sociais a cortar na casaca de figuras mediáticas e ainda temos fantasmas governativos, reservistas, em prontidão para dar uma colher de chá a quem tem de tomar atitudes. Não foi só o festival da Eurovisão que ficou aquém da falta de atitudes, também foi e ainda é e não sei se continuará a ser esta guerra no Irão, tomar partido pelo medo de tomar atitudes congruentes com ideais. E agora, volto às crianças e aos pederastas.
Se entre os abusadores alojados e encobertos pelos ficheiros do Epstein (ainda) sairem nomes de portugueses que praticavam, auxiliavam e davam continuidade a este circo do terror, que atitude será tomada? Vamos à missinha, comer uma hóstia e rezar pela alma das putas porque os filhos delas estão a pagar os pecados, em nome da progenitura! E aos "bibis" das casas pias compre-se um tapete vermelho num quarto escuro e chame-se de recriação aos atos hediondos, a não olhar os crimes pelo que são, barbaridades cometidas por abusadores que um dia foram abusados! Missinha, filhos, missinha e culto!
Haveremos de consagrar um dia (temos tantos) para se celebrar a falta de coragem, o sumiço dos ideais, o postiço da humanidade. E o enguiço governativo? Vai da justiça à educação, convalescidas, aportam nas urgências mas estas estão fechadas para tal parto. Restrito sufrágio este ato de nascer coragem. Aborte-se à nascença o direito de ser gente.
E por falar em gente, hoje aniversaria o Roger. Parabéns a ti, se me leres.

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